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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Podia (e devia) ter sido muito melhor...

Frustração é o sentimento que melhor explica a temporada da nossa equipa de Hóquei em Patins. Conquistámos a Taça de Portugal, a Taça Continental e a Taça Intercontinental, mas o facto de termos perdido o Campeonato com os mesmos pontos do primeiro classificado deixa um sabor amargo, sobretudo porque mostrámos que fomos e somos a melhor equipa. 

A época começou da melhor maneira. Em Outubro, na Taça Continental, frente aos espanhóis do Vendrell fizemos duas boas exibições, com destaque para aquela realizada no Pavilhão da Luz, onde goleámos esta boa equipa do Campeonato Espanhol por 5-0. 
Já a meio do mês de Novembro, em Torres Novas, fechámos a epopeia internacional com a vitória por esclarecedores 10-3 na Taça Intercontinental, diante dos brasileiros do Recife. Dois troféus no início da "era Pedro Nunes". Auspicioso, até ver...

O Campeonato 2013/2014 ficar-me-á "atravessado" por muito tempo. Podemos analisar de vários prismas a não conquista deste título. Ora vejamos:

- Incompetência da nossa parte, principalmente em encontros perante as formações do Turquel, Sporting e Oliveirense, nas primeiras jornadas. Apesar de alguns erros de arbitragem, temos que assumir que aí não estivemos ao nosso melhor nível e que naqueles campos não podíamos perder pontos. 

- Ainda assim recuperámos os pontos perdidos, e quase no fim da primeira volta, goleámos o rival, FC Porto, no Pavilhão Fidelidade. Demonstrámos que éramos nitidamente superiores. Depois veio aquilo a que chamo "o ROUBO de Valongo". Não nos deixaram vencer aquela partida. Fomos melhores num campo muito complicado de se jogar, todavia a equipa de arbitragem trazia a "lição" bem estudada e "deu" os 3 pontos ao conjunto que viria a sagrar-se campeão nacional. Um encontro que podia alterar toda a história deste Campeonato.  

- Correndo sempre atrás do prejuízo, e já depois de uma justa e vergonhosa derrota em Viana, chegámos ao confronto no Dragão Caixa com tudo em aberto para conquistar o título. Tendo começado novamente a perder, chegámos à igualdade no princípio da etapa complementar. Por essa altura, o jogo estava completamente controlado pelos encarnados. Aproveitando erros benfiquistas na finalização (e não só...), os portistas chegaram novamente à vantagem num livre directo que viria a ser fatal para as nossas contas. 

Concluímos o campeonato no segundo posto com os mesmos pontos do Campeão, Valongo, e do terceiro classificado, FC Porto. É a segunda vez que, em poucos anos, o SL Benfica termina um Campeonato em igualdade pontual com o vencedor e não é Campeão. Incrível! 

A prestação europeia esteve dentro das expectativas. Íamos defender o título conquistado de forma brilhante em 2012/13 e apenas o perdemos na meia-final diante da melhor equipa do Mundo, o FC Barcelona, por 3-2, no Palau Blaugrana. Estes viriam a bater o FC Porto, na final, e conquistaram a Liga Europeia. 

Já na segunda competição nacional mais importante, a Taça de Portugal, o SL Benfica qualificou-se para a "final four" da competição após ter batido, por esta ordem, o HC Mealhada (de forma fácil), a Oliveirense (pela margem mínima) e a Sanjonanense (num jogo electrizante), nas eliminatórias anteriores. 
Na meia-final derrotamos por 6-4 um Cambra já despromovido, mas que lutou com todas suas armas. Em sintonia com as expectativas, eis um clássico para fechar esta temporada. 
Na grande final, mais uma vez demonstrámos porque somos a melhor equipa portuguesa. Com uma segunda parte perto da perfeição, com verdadeiros "hinos de Hóquei", voltámos a golear o FC Porto, desta feita por 8-3, e a erguer a Taça na "Aldeia da modalidade" que é Turquel. 

Num ano razoável, é obrigatório destacar um nome. O capitão, Valter Neves. Um defesa que terminou com 46 golos em todas as competições. Fantástico! 
Nunca vi o Sr. Coluna jogar, mas tenho a certeza que tu, Valter, és tudo aquilo que eu quero para um Capitão do meu clube. Muito Obrigado! 

Continuo a acreditar que o nosso técnico, Pedro Nunes, é muito competente. Existem muitas arestas por limar, fundamentalmente, no processo defensivo. No entanto acredito que, na próxima época, iremos ser bastante melhores e triunfar, em toda a linha, a nível nacional. 


Para consulta de tudo sobre a época 2013/2014, pode ver aqui:

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Porque o SL Benfica não é só Futebol...

Na fantástica "Aldeia do Hóquei em Patins" ficou provado qual é a melhor equipa nacional. O SL Benfica conquistou de forma brilhante a 13ª Taça de Portugal da sua história.
Este foi o terceiro troféu da época 2013/2014 após a Taça Continental e Taça Intercontinental. 

Em Turquel, na tarde de Sábado, os pupilos liderados por Pedro Nunes bateram o HA Cambra por 6-4, carimbando, desta forma, a presença na Final da competição. 
A entrada em ringue dos encarnados foi muito forte. Concentrados e empenhados em resolver a contenda o mais rápido possível, as águias marcaram logo aos 5 minutos por intermédio de Valter Neves, na marcação de uma grande penalidade. 
Volvidos três minutos e novo golo do Benfica, desta feita, por João Rodrigues após boa combinação com Marc Coy (2-0). A meio da primeira metade, e numa situação de "powerplay", gerada pela exibição de um cartão azul a um atleta adversário, Valter Neves aproveitou para elevar o 'score' num tiro de meia distância. 
A 7 minutos do descanso foi a vez de Carlos López se estrear na lista de marcadores, com o quarto golo da tarde. Parecia estar encontrado o vencedor numa partida bem tranquila até àquele momento. Assim não foi, contudo.
Na resposta, o Cambra reagiu e, em dois minutos, marcou dois golos, encurtando a diferença no 'placard' e colocando tudo em aberto. 
Mesmo em cima do intervalo, ainda houve tempo para Marc Coy aumentar a vantagem dos encarnados para os três golos de diferença (5-2). 
A etapa complementar ficou marcada por um menor ritmo de jogo imprimido pelo SL Benfica, o que permitiu ao adversário uma aproximação com maior perigo à nossa baliza. Aproveitando alguma passividade defensiva dos encarnados, o HA Cambra fez o 5-3 a cerca de 20 minutos do fim. O nosso opositor voltou a acreditar na surpresa. 
Se já não bastavam as dificuldades colocadas pelo adversário, eis que a dupla de árbitros deste encontro 'decidiu' carregar o Benfica com inúmeras faltas e cartões, motivando, com a sua conduta, a marcação de 5 (!) livres directos e duas grandes penalidades, felizmente todos defendidos por uma muralha chamada Guillem Trabal. Que guarda-redes fabuloso!
Não obstante estes obstáculos, podemos dizer que a justiça tardou, mas chegou! Quando faltavam 7 minutos para o final do encontro, Valter Neves, na transformação de um livre directo, marcou o sexto golo benfiquista.
Porém, na sequência de um cartão azul exibido a Miguel Rocha, João Rodrigues entrou em campo antes do estrito cumprimento dos 2 minutos de penalização e, por força dos regulamentos, levou um cartão vermelho assim como o seu treinador. Culpa nossa - é certo - mas esta regra é decididamente muito estúpida!
Até ao apito final, o Cambra ainda reduziu para 6-4, resultado com que se atingiu o final do encontro. 
Na outra meia-final, o FC Porto confirmou todo o seu favoritismo, triunfando por 7-3 frente ao Alenquer e Benfica e assegurando o seu lugar na decisão da competição. 


No dia seguinte, em dia de grande clássico da modalidade em Portugal, a formação encarnada humilhou o FC Porto por 8-3, erguendo a Taça de Portugal diante de uma plateia benfiquista que deu um grande apoio aos nossos rapazes. 
O nosso rival começou a partida de forma fulgurante. Mais rápido e intenso sobre a bola perante a apatia encarnada, os azuis e brancos chegaram aos 0-2 com 10 minutos de jogo, aproveitando as facilidades concedidas. Pedro Nunes teve de pedir um desconto de tempo para 'acordar' o seu colectivo. 
Logo de seguida, Valter Neves desperdiçou uma grande penalidade, mas quatro minutos depois, o nosso capitão redimiu-se e reduziu o marcador para 1-2, na transformação de um castigo máximo. 
Até ao recolher aos balneários, o Benfica foi melhorando a sua produção de jogo, porém a eficácia de remate não foi a melhor e o descanso chegou com vantagem mínima da turma portista.
Na segunda parte só deu Benfica! Foi um "hino vermelho" de Hóquei em Patins. Com 8 minutos jogados, João Rodrigues, no seu tradicional e subtil desvio à boca da baliza, concretizou o empate. Caio ainda teve oportunidade de colocar o Porto novamente na frente, mas Trabal impediu-o de concretizar o seu intento na conversão de um livre directo.
Na consequência da 10.ª falta portista, Valter Neves protagonizou a "cambalhota" no marcador, ao bater Edo Bosh num livre directo superiormente concretizado. Estávamos a meio do segundo tempo. 
Seguidamente, o capitão benfiquista aumentou a vantagem na recarga de uma grande penalidade por si desperdiçada. O "vulcão vermelho" "explodia" em Turquel. O Porto estava completamente perdido em campo. Por impropérios dirigidos à mesa, Reinaldo Ventura viu ser-lhe exibido um cartão vermelho. Seria o primeiro de três (!) sanções disciplinares máximas para os "dragões". Com o Benfica a jogar em superioridade numérica durante dois minutos, João Rodriguez fez o 5-2 depois de uma bela assistência de Carlos López.  
Retomando a "novela" dos cartões vermelhos, Jorge Silva agride Carlos López e obviamente foi expulso. Uma manifestação de muito mau perder, um hábito naquela instituição. Na sequência dessa situação, o génio Carlos López chegou à goleada e praticamente garantiu a vitória. Faltavam 4 minutos para o apito final. 
Hélder Nunes ainda reduziu para 6-3 numa boa execução de livre directo quando restavam 3 minutos para o fim. 
Na parte final do encontro, mais um acto de cobardia de um "animal" (Edo Bosch). Agrediu de forma bárbara, diria mesmo assassina, o argentino Carlos López, em duas ocasiões. Cartão vermelho para o espanhol que ainda, fora de campo, tentou acertar com o stick nos adeptos benfiquistas, à semelhança do que fez no Pavilhão Fidelidade na época anterior. Até quando vão permitir que esse "animal" pratique Desporto?! Irradiação é a solução!
No rescaldo do lance, João Rodrigues converteu a grande penalidade e colocou o "placard" em 7-3. A um minuto do fim, o jovem Guilherme Silva "colocou a cereja no topo do bolo" ao fechar as contas de uma final que recordarei para sempre!

A Taça é Nossa! Valter Neves foi o homem da Final. Capitão à Benfica! Até na entrega do troféu mostrou todo o seu carácter ao permitir que fosse o colega Marc Coy a levantar a Taça no seu último jogo de águia ao peito. Lindo!

Taça de Portugal - Final Four

Meias Finais 

SL BENFICA 6-4 HA Cambra
FC Porto 7-3 Alenquer e Benfica

Final

SL BENFICA 8-3 FC Porto 



sexta-feira, 6 de junho de 2014

Porque o SL Benfica não é só Futebol...

Conhecida como a "aldeia do Hóquei em Patins", a freguesia de Turquel, concelho de Alcobaça, recebe, no fim-de-semana que se avizinha, a Final Four da Taça de Portugal da modalidade.

Amanhã, pelas 18 horas, o SL Benfica defronta o HA Cambra na primeira meia-final da competição. A partida será transmitida em directo pel' A BOLA TV. 
Diante de uma formação que desceu à 2ª divisão nacional, o conjunto orientado por Pedro Nunes tem que se assumir como favorito a garantir um lugar no jogo decisivo da prova. Somos muito melhores. É preciso prová-lo no campo. 
Como é óbvio, o nosso adversário optará por jogar muito fechado no seu processo defensivo aproveitando o contra-ataque para criar perigo junto da baliza de Guillem Trabal. Cândido Oliveira e Bruno Fernandes são os jogadores mais temíveis deste opositor. 
As águias devem encarar este confronto com a máxima seriedade. Nada de pensar que será um desafio fácil e que "mais tarde ou menos a bola acabará por entrar". Tendo isto presente, importa imprimir muita velocidade na troca de bola e enorme intensidade de jogo, pois, desta forma, a maior qualidade dos nossos atletas acabará por fazer toda a diferença. É ganhar ou ganhar! 

Na outra meia-final, o FC Porto enfrenta o Sport Alenquer e Benfica, numa partida onde a formação azul e branca irá vencer com naturalidade, a menos que haja um "milagre". 
Neste sentido, perspectiva-se um "clássico" SL Benfica-FC Porto para fechar a temporada sobre patins. Se tal se concretizar, todo o apoio dos Benfiquistas será muito importante, fundamental mesmo. Desde 2010 que não conquistámos este troféu. Está na hora de fecharmos em beleza esta época. Força Rapazes!

Taça de Portugal - Final Four 

Meias Finais

Sábado - dia 7:

SL BENFICA-HA Cambra 18h BOLA TV
FC Porto-Alenquer e Benfica 20h30

Final

Domingo - dia 8:

Vencedores das Meias Finais 18h BOLA TV 


                                                     FORÇA SL BENFICA!!! 1904!!!

GANHAR!!! GANHAR!!! GANHAR!!!


quinta-feira, 5 de junho de 2014

Uma restruturação a (re)pensar

Desilusão é a palavra certa para descrever a temporada 2013/2014 do Futsal encarnado. A Taça de Portugal perdida frente ao Fundão e a eliminação diante do mesmo opositor nas meias-finais dos Playoffs espelham nitidamente uma das piores épocas desportivas da história desta secção. Um descalabro!

A reestruturação que se impunha não deixou de ter lugar. A dupla João Freitas Pinto e Alípio Matos assumiu o comando técnico. Fez-se a renovação (tardia) de um plantel envelhecido e que vinha a perder qualidade ao longo dos últimos anos. Entraram oito novos jogadores, a maioria deles muito jovens, mas com grande potencial. Por outro lado, saíram nomes consagrados como Davi e César Paulo, que estavam no ocaso das suas carreiras, além de Marinho e Diego Sol, que pouco mostraram de águia ao peito.
Seria o primeiro ano de um projecto que acreditavam ser de sucesso. 

A temporada começou e o principal rival, Sporting, assumia-se novamente como grande favorito ao título nacional. Os primeiros meses de trabalho com um conjunto de jogadores praticamente novo adivinhavam-se complicados. 
O início de Campeonato trouxe vitórias e um processo de jogo que ia amadurecendo com a competição. Apesar de um ou outro percalço "normais" como aquele verificado perante o SC Braga, os pupilos liderados por João Pinto chegam ao primeiro derby, na 10.ª jornada, com possibilidade de chegar à primeira posição. E conseguiram-no, em Loures, com excelentes 30 minutos onde estiveram a vencer por 3-8, tendo o Sporting reduzido o marcador para 7-8 num "5 para 4" muito bem trabalhado. 
Por essa altura, a equipa ficou mais confiante, acreditando no trabalho até então desenvolvido e foi consolidando a liderança da pauta classificativa até ao final do ano.
No início de 2014, a formação encarnada atravessou uma fase muito complicada, pois viu o seu técnico passar por problemas de saúde. O seu estado enfermo obrigou-o a estar cerca de um mês longe de todo o trabalho. Como é natural, um transtorno como este afecta qualquer grupo, tanto mais se se tratar de um conjunto jovem e apenas com alguns meses juntos. O empate caseiro frente ao Rio Ave e a derrota em Porto Salvo levaram a perda do primeiro lugar nesse lapso temporal. Acresceram a este cenário nefasto um conjunto de prestações bem fracas, nomeadamente aquela frente ao Loures, em encontro a contar para a Taça de Portugal. 
Com o regresso do treinador, os resultados melhoraram, mas as exibições continuavam aquém do esperado, não obstante o ciclo de jogos de elevado grau de dificuldade (SC Braga e Sporting, na Luz) que o SL Benfica teve de enfrentar. Foi, aliás, este ciclo vitorioso que fez nascer a crença junto dos adeptos de que podíamos lutar pelo título nacional. Voltámos para a frente da classificação e conseguimos vencer a Fase Regular. Tínhamos a "vantagem casa" para os Playoffs a nosso favor. 
No que respeita ao outro objectivo da época, a Taça de Portugal, chegávamos, por esta altura, à 'Final Four' da competição como grandes favoritos a erguer o troféu, isto porque o Sporting tinha sido eliminado, surpreendentemente, pelo Fundão, numa fase primitiva da prova. 
Chegámos ao princípio do mês de Maio com grandes possibilidades de conquistar uma possível "dobradinha". 
Após um vitória tranquila na meia-final, tínhamos pela frente o Fundão na Final da Taça de Portugal. E foi em Oliveira de Azeméis que começou o tal descalabro. Não se podem perder competições diante de equipas com qualidade bem inferior. Culpa do Marcão? Culpa do Joel? Naquela tarde, todo o colectivo este mal. Muito mal!
Na semana seguinte iniciaram os Playoffs. O adversário nos quartos-de-final era o Belenenses. E a turma da Luz, enfrentando algumas dificuldades em Belém e protagonizando uma goleada no Pavilhão Fidelidade, cumpriu a sua obrigação. 
Seguia-se a 'besta negra' Fundão no acesso à final. Uma derrota na Beira Baixa castigou a ineficácia dos encarnados. Contudo, ainda havia a hipótese de vencer a eliminatória, sendo necessário, para tal, a conquista de dois triunfos no mesmo número de encontros a terem lugar no nosso reduto. E o que aconteceu? No jogo 2 da meia-final, assistimos  a uma exibição horrível! Talvez a pior actuação de toda a temporada. Consequentemente, e pela primeira vez na história desta secção, não estamos presentes na decisão do Campeonato. Vergonhoso! 

A grande responsabilidade vai para a direcção técnica da secção. O treinador não tirou o máximo rendimento de cada atleta. Isso foi notório! Veja-se o caso de Ricardo Fernandes, Serginho, Rafael Henmi ou Alan Brandi. Parece-me que falta alguma química na relação treinador/jogador. A mensagem não passa. 
Pablito foi um erro de "casting" e os mais novos, Bruno Pinto e Ivo Oliveira, pouco ou nada acrescentaram. Quanto aos mais experientes, Gonçalo Alves e Joel Queirós, estavam lesionados na altura das decisões, o que também foi importante para estas fracas actuações do colectivo. 
Marcão e Bebé nunca foram aquele grande guarda-redes que o SL Benfica precisava. Algo que numa grande equipa faz muita diferença. 
Por tudo isto, este plantel precisa de um Adil Amarante (com João Pinto e Pedro Henriques na estrutura) e 2/3 jogadores (guarda-redes, fixo e pivot) com qualidade acima da média. 

Relembro que apenas conquistámos um Campeonato nos últimos cinco anos. Desde o título europeu que o Futsal Benfica tem apresentado resultados muito abaixo das expectativas. Há que tirar ilações sobre o que de mau se tem feito para olharmos para o futuro com esperança de acalentar muitos sucessos. 


Para consulta de tudo sobre a época 2013/2014, pode ver aqui:


terça-feira, 3 de junho de 2014

Mais do mesmo...do mesmo (espero que) nunca mais!

Escrever sobre a época da equipa de Andebol do SL Benfica é falar de derrotas, desilusões, humilhações e tristezas que parecem não ter fim. Mais uma temporada que chega ao fim a vermos os rivais a festejar. Até quando?

Após a demissão do Mestre Donner, esta secção do clube entrou num declínio total a vários níveis. Os últimos seis anos mostraram equipas completamente à deriva e compostas por eternos perdedores. 
Mais um ano horrível do Andebol encarnado em que deitamos por terra todas as esperanças do título na sequência das derrotas frente ao ABC e principalmente perante o Águas Santas. A formação maiata, carecida do seu melhor jogador e sem fazer uma grande jogo bateu um Benfica que não fez qualquer golo nos últimos 10 minutos da partida. Simplesmente inacreditável aquilo que pude presenciar na Maia. 

É triste ver uma equipa do meu clube com uma mentalidade e cultura completamente perdedoras. Culpa de quem dirigia a secção (Luís Gomes). 
É vergonhoso observar que existia um conjunto de jogadores que não respeitava o seu técnico. Falta um pulso forte na liderança desta modalidade. 
Olhava-se para o campo e sentia-se os atletas completamente perdidos a nível emocional sempre que os desafios não corriam da melhor forma. 
Antes de tudo é isto que urge erradicar, procurando soluções para voltar aos títulos.

Ao nível técnico, o Prof. Jorge Rito acaba por abandonar o cargo. Era o único caminho a seguir. Não será fácil trabalhar com uma estrutura muito incompetente como aquela que encontrou, mas também ele teve culpas no cartório para tantas desilusões nos últimos três anos. Não conseguir "agarrar" o grupo. Não soube ganhar o respeito dos seus atletas. E acima de tudo, não tirou o máximo rendimento de cada jogador. Nenhum atleta sofreu uma evolução positiva muito significativa.
Conquistou apenas uma Supertaça no seu ciclo no comando técnico. Muito mau! 

Relativamente à constituição do plantel, questiono-me se a contratação de um estrangeiro para apenas "defender" fez sentido? Parece-me que não. Nem no capítulo defensivo fez a diferença. Há que rever a política de contratações quando se recorre ao mercado externo. 
Cá no burgo, não se podem deixar escapar valores como Rui Silva, João Ferraz ou Pedro Spínola para os rivais. 

Por último, o poder que não temos nos meandros da modalidade. O FC Porto tem mostrado dentro de campo ser a melhor formação nacional ao longo deste últimos anos. No entanto, fora do terreno de jogo, também continua a dominar. Veja-se as nomeações ao nível das arbitragens. Veja-se a questão do protocolo entre Cuba e Portugal. O Andebol está cada vez mais podre e corrupto. Temos que denunciar tais situações. Deixemos de ser "anjinhos"! 

São todas estas situações que devem merecer reflexão e alteração profunda para voltarmos às conquistas. Pelo que sabemos, vamos ter uma nova estrutura directiva e técnica ao comando desta secção. Espero que seja o começo de uma caminhada vitoriosa. 


Para consulta de tudo sobre a época 2013/2014, pode ver aqui:


 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Porque o SL Benfica não é só Futebol...

Desilusão e frustração são adjectivos que espelham o último fim-de-semana das modalidades de pavilhão do SL Benfica. Desilusão no Futsal, pois, pela primeira vez na história da secção ficamos de fora da Final do Campeonato. Já relativamente ao Hóquei em Patins, a não conquista do título nacional revelou-se muito frustrante face à qualidade que demonstramos nos duelos contra as equipas que lutaram connosco pelo Campeonato Nacional. 

Confira todo o rescaldo dos jogos onde o Glorioso esteve em acção nesta jornada desportiva. 

Na tarde do último Sábado, o Futsal encarnado perdeu no Pavilhão Fidelidade frente à AD Fundão por 1-3 no segundo jogo da meia-final dos Playoffs.
Eliminação justa da turma comandada por João Pinto e consequente afastamento da final da competição. 
Perante um adversário bem organizado no seu processo defensivo, aproveitando, sempre que possível, as transições ofensivas para criar perigo junto da baliza de Bebé, o conjunto benfiquista fez aquela que considero a pior exibição da temporada. 
Uma equipa passiva, a ceder à ansiedade e pressão, não mostrou qualquer tipo de solução para bater o seu opositor. Foi mau de mais para ser verdade. Assustador!
E não me falem de arbitragens, pois soa a desculpa para tentar apagar um desempenho terrível e pouco digno do Benfica.  
Foram três derrotas diante do Fundão em poucas semanas que custaram os dois objectivos da época. 
Existe muito por onde reflectir para quem dirige estas jovens águias. Foi muito mau aquilo que assisti na nossa casa. 
Termina de forma muito triste a época mais fraca da história desta gloriosa secção do clube. 

Meias Finais dos Playoffs - 2º Jogo

SL BENFICA 1-3 AD Fundão (0-2)
Sporting 4-3 Sp. Braga (2-0)


Em Braga, a equipa de Hóquei de Patins do SL Benfica venceu a equipa local por 1-5 na 30ª e última ronda do Campeonato Nacional da modalidade. 
A partida foi jogada com a máxima seriedade por parte do conjunto liderado por Pedro Nunes. Chegámos à frente no marcador por alturas do descanso através de um golo obtido por Marc Coy, o qual retratou no placard a superioridade demonstrada no ringue.
Logo no início da etapa complementar, Tuco e Diogo Rafael aumentaram a vantagem encarnada e deram a tranquilidade necessária até ao final do encontro.
Perto do final, o HC Braga ainda reduziu, mas Valter Neves e, mais uma vez, Marc Coy, fecharam as contas e garantiram o segundo posto da pauta classificativa. 
Muito mal perdido este Campeonato. Nas partidas frente a Valongo e FC Porto mostramos ser a melhor equipa nacional. Infelizmente, pontos mal perdidos em Turquel (frente à formação local) e Alenquer (no frente-a-frente com Sporting) deitaram tudo a perder. Também não me esqueço da roubalheira de Valongo... 
Como prezo o desportivismo e sei aceitar a derrota, parabenizo o Valongo pelo primeiro campeonato da sua história. A existência de mais formações na discussão do titulo só valoriza a modalidade. 
Agora só quero vencer a Taça de Portugal. Vamos a isto, Rapazes!

Resultados Finais da 30ª Jornada

HC Braga 1-5 SL BENFICA
Valongo 5-3 FC Porto
OC Barcelos 3-2 Oliveirense
CH Carvalhos 6-2 HC Mealhada
HC Turquel 5-6 Sporting
Juv. Viana 6-3 AE Física
Sp. Tomar 4-6 Paço de Arcos
HA Cambra 2-2 Candelária


Para consulta de tudo sobre a época 2013/2014 de cada modalidade, pode ver aqui:

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Porque o SL Benfica não é só Futebol...

Com o término das épocas de sucesso do Voleibol e Basquetebol e de insucesso do Andebol, as secções de Hóquei em Patins e Futsal continuam na luta pelos seus objectivos. 
Neste fim-de-semana, os hoquistas do Benfica só pensam na luta pela Taça de Portugal e o Futsal encarnado enfrenta um desafio decisivo na luta pelo Campeonato Nacional da modalidade. 

Fique a conhecer o que espera o Glorioso nos confrontos da próxima jornada desportiva. 

Na tarde de Sábado, pelas 17 horas, a equipa de Futsal do SL Benfica recebe a AD Fundão para o segundo jogo da Meia-Final dos Playoffs. Esta partida será alvo de transmissão televisiva por parte da Benfica TV e da RTP 2 . 
Devido à derrota no primeiro encontro desta eliminatória, não existe margem de erro para os comandados de João Pinto. É Ganhar ou Ganhar! Se tal não acontecer, a equipa desta época entraria para a história pela negativa, isto porque as águias nunca falharam uma Final de Campeonato. 
Já se sabe que o nosso adversário apostará num jogo de aproveitamento do nosso erro. Defenderá de forma muito organizada e aproveitará toda e qualquer possibilidade de transição rápida para criar perigo junto da baliza benfiquista. Claro que, à medida que o tempo passa e o Benfica não faça golos, a turma da Beira Baixa vai tentar aproveitar a pressão existente do lado contrário. 
Ao conjunto encarnado será dada toda a iniciativa de jogo. Temos que ser muito inteligentes. Não podemos ir para o ataque sem equilíbrio do ponto de vista defensivo. Espero uma tarde inspirada de Bébe ou Marcão, seja qual for o guarda-redes a ser utilizado. 
E o que podemos melhorar no processo ofensivo relativamente ao último fim-de-semana? A eficácia. Só assim podemos ganhar este encontro. Todo o trabalho pode ser feito da melhor maneira, contudo serão os golos marcados a fazer a diferença. Não pode ser de outra forma!
Se o encontro de Sábado se traduzir numa vitória do Benfica, novo confronto haverá no dia seguinte. Será à mesma hora e local. 
Tenho total confiança em vocês! Mostrem dentro da quadra porque foram a melhor equipa da fase regular. Força Rapazes!
Na outra meia-final, acredito que o Sporting, com maior ou menor dificuldade, confirmará o seu favoritismo e confirmará a sua presença na decisão do título. 

Meias-Finais dos Playoffs - 2º Jogo

Sábado - dia 31:

SL BENFICA-AD Fundão 17h BENFICA TV / RTP 2
Sporting-Sp. Braga 19h30

Domingo - dia 1:

SL BENFICA-AD Fundão 17h BENFICA TV
Sporting-Sp. Braga 15h  


Infelizmente, a última ronda do Campeonato Nacional de Hóquei em Patins não terá a formação encarnada no centro das atenções. Estamos fora da luta pelo título. A deslocação a Braga, amanhã, pelas 18 horas, servirá apenas para lutarmos pela segunda posição da tabela classificativa. 
Para a formação bracarense é um jogo fundamental para assegurarem a manutenção no principal escalão nacional. Fred Saraiva e "Piolho" são os jogadores mais perigosos deste adversário e que, por certo, serão "armas" apontadas à baliza defendida por Guillem Trabal.
O conjunto liderado por Pedro Nunes tem que encarar este encontro com a máxima seriedade. No Benfica, todos os jogos são para vencer. Honrem o Manto Sagrado como o fizeram na última segunda-feira. Não escondo que o foco está na conquista da Taça de Portugal nos dias 7 e 8 de Junho. 

Campeonato Nacional - Jogos da 30ª Jornada

Sábado - dia 31:

HC Braga-SL BENFICA 18h Seguir em: http://www.tvdominho.com/
Valongo-FC Porto 18h BOLA TV
OC Barcelos-Oliveirense 18h
CH Carvalhos-HC Mealhada 18h
HC Turquel-Sporting 18h
Juv.Viana-AE Física 18h
Sp. Tomar-Paço de Arcos 18h

Sexta - dia 30:

HA Cambra-Candelária 21h 


                                                      FORÇA SL BENFICA!!! 1904!!!

GANHAR!!! GANHAR!!! GANHAR!!!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

T(h)oma(s) lá uma Época Fanstástica!!!

Tricampeonato, Taça de Portugal, Taça Hugo dos Santos e Supertaça. Em 2013/2014 foi tudo nosso! No Basquetebol, hegemonia nacional confunde-se com Sport Lisboa e Benfica.

Os encarnados partiam como a melhor equipa nacional. Mas o favoritismo prova-se no campo. E esta época até nem começou da melhor maneira. 
A derrota caseira frente ao Sampaense ditou a eliminação na meia-final do Troféu António Pratas. Foi o pior momento da temporada. Uma partida em que tudo correu bem ao adversário no capítulo do tiro exterior e no qual defendemos bastante mal. Serviu de aviso para o resto do ano.
Ainda em Outubro, e no segundo ponto alto da época, conquistámos a 11.ª Supertaça do nosso Historial diante do V. Guimarães que aí provou logo ser a equipa que tinha mais condições para lutar connosco pelo título nacional. Nesse encontro destacou-se um "guerreiro" chamado Carlos Andrade e o novo poste norte-americano, David Weaver. 
Depois, iniciou-se a fase regular do Campeonato Nacional. Os comandados de Carlos Lisboa somaram 19 vitórias e 1 derrota (em Guimarães) assegurando, a algumas jornadas do fim, o primeiro posto da classificação e consequente "vantagem casa" nos Playoffs. Fim-de-semana após fim-de-semana a formação benfiquista mostrou toda a sua classe e qualidade, não dando hipóteses aos adversários, sobretudo no Pavilhão da Luz. 
Chegados à fase decisiva, toda a pressão recaía sobre os encarnados. O principal opositor do Benfica era ele mesmo. Mas um conjunto experiente como o nosso não se deixou atemorizar e venceu os três jogos diante da equipa do BC Barcelos nos quartos-de-final dos Playoffs. Apesar das dificuldades sentidas no Norte do país, as águias acabaram por confirmar toda a sua superioridade, apoiados num processo defensivo muito agressivo. É assim que se ganham os Campeonatos. 
Na fase seguinte, do outro lado do campo estava o Sampaense. No Pavilhão Fidelidade, os pupilos às ordens de Carlos Lisboa cilindram o adversário, vencendo por larga margem. Foi um espectáculo de eficácia aquilo que assisti na Luz. Esperava-se que esta série fosse fechada no terceiro desafio, já no centro do país. Mas não aconteceu. Os encarnados facilitaram um pouco e a equipa-revelação da temporada "fez a vida negra" ao Benfica, levando a eliminatória para uma quarta partida. Aí, o factor físico e a maior concentração e atitude dos Benfiquistas resolveu a contenda a nosso favor, ficando assim assegurada a qualificação para a Final. 
Para a luta pelo ceptro nacional, o nosso adversário era, sem surpresa, o Vitória de Guimarães. O conjunto encarnado fechou as contas em três partidas. Em todos os capítulos do jogo demonstrou a sua superioridade, sem margem para qualquer dúvida. Uma lição de humildade, capacidade, eficácia e inteligência táctica. É o resumo perfeito desta Final. Somos tricampeões Nacionais! 

Percorrendo o caminho dos troféus conquistados, importa reconhecer que a "obsessão" desta temporada era a Taça de Portugal. Após ultrapassarem a Ovarense e Guifões, estávamos novamente em Fafe para disputar a 'Final 8' da prova. Desde 1996 que não erguíamos aquele lindo troféu. O ano passado tínhamos sido humilhados naquele mesmo palco. Estava na hora de reencontrar a História! Depois de um difícil triunfo diante do Barcelos nos quartos-de-final, uma brilhante vitória frente ao Guimarães nas meias-finais, era a hora!
O Galitos do Barreiro parecia um obstáculo frágil, mas todo o cuidado era pouco! Depois de uma primeira parte equilibrada, no segundo tempo só deu Benfica. A Taça é Nossa! Gritei bem alto no meio daquela multidão benfiquista! 
Em Fevereiro, no Municipal de Oliveira de Hospital, conquistámos a Taça Hugo dos Santos (Taça da Liga). Mais uma vez enfrentámos o BC Barcelos pelo caminho e na final encontrámos a formação do CAB Madeira. Com um trio de americanos muito forte, a equipa oriunda da "Pérola do Atlântico" deu "água pela barba" ao Benfica! Todavia, quem tem Jobey Thomas, tem quase tudo! Um "Senhor-jogador" que "deu" o troféu aos encarnados. 
Sei que insisto muito neste aspecto, porém não posso deixar de manifestar o meu profundo lamento que a maior parte dos Benfiquistas não quisesse, ao longo da época, ter assistido aos desempenhos da nossa equipa e de um atleta que dá pelo nome de Jobey Wayne Thomas. 
Já vi muitos jogadores, portugueses e estrangeiros, vestirem o Manto Sagrado. Mas poucos como este. Ele lança como quase ninguém (só vi Lisboa ao seu nível), defende como muito poucos e, com 34 anos de idade, ainda demonstra ser um profissional "5 estrelas". Muito Obrigado! Felizmente irão ter oportunidade de o ver na próxima época. Não a desperdicem!
Destaque merecido também para o nosso técnico, Carlos Lisboa. Imortal do clube como jogador, teve a sua melhor época como treinador. Constatei a sua marca na forma como a equipa defendia. Muito Bem! 
Foi um prazer contemplar a inteligência de um base como Mário Fernandes. É bonito continuar a ver Diogo Carreira a decidir nos momentos mais apertados. Tomás Barroso aprende com estes dois o que é ser base, porque talento não te falta. Apesar de uma temporada marcado por lesões, também Carlos Andrade ajudou a equipa em momentos importantes, nomeadamente na Supertaça. Já o melhor jogador português da actualidade, Betinho, espalhou magia pelos pavilhões nacionais. Aquele ataque ao cesto é inigualável.
Ferreirinho, continua a evoluir porque estás no caminho certo para te tornares uma exímio lançador.
Nas áreas mais próximas do cesto está aquele atleta que não sabe jogar mal (Seth Doliboa). Faz tudo bem dentro das quatros linhas de um campo de Basquetebol. Classe! 
Fred Gentry, um jogador extremamente útil. Não aparece nas estatísticas, contudo auxilia - e muito! - os seus companheiros e todo um colectivo. 
À "eterna promessa", Cláudio Fonseca, deixo um conselho: liberta-te! Joga aquilo que sabes! Dá tudo de ti em campo, porque qualidade não te falta. Salta, homem! 
David Weaver, foi pena que apenas a espaços mostrasses os motivos da tua aquisição. Elástico e enorme atleta, o norte-americano fez uma grande final de Campeonato. 
Aos jovens Artur Castela e Pedro Belo, os meus parabéns por todos os títulos alcançados! 

Esperem lá, falta-me ainda algo... o Tetra-Campeonato, a Taça de Portugal, a Taça Hugo dos Santos, a Supertaça e o Troféu António Pratas. Tudo isto em 2014/2015, por favor...


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BENFICA! BENFICA! BENFICA!  

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Um ataque à História: Bi-Campeões!

Uma época 2013/2014 de sucesso para o Voleibol encarnado. Conquistámos dois dos troféus possíveis e este grupo entrou para a História do clube na modalidade. 

E tudo começou em Vila do Conde. Aí vencemos de forma muito difícil - mas saborosa! - a formação açoriana da Fonte do Bastardo, a qual mostrou que, a par do SL Benfica, era o principal candidato a vencer tudo a nível nacional. Foi um jogo muito equilibrado onde os pormenores decidiram a favor dos encarnados com a experiência e maior qualidade dos nossos atletas a fazer a diferença. Entrámos da melhor forma nesta temporada. 
Depois veio aquela 1ª Fase que, infelizmente, devido ao modelo competitivo existente (20% pontos passam para a 2ª Fase), não conta para quase nada. Espero sinceramente que isto mude, pois as épocas começam, em bom rigor, no mês de Setembro e não em Fevereiro. 
Os comandados de José Jardim vencerem 21 dos 22 encontros. Apenas uma derrota por 3-0 nos Açores, mas por números muito próximos em todos os parciais. Acabámos na 1ª posição com mais um ponto que a Fonte Bastardo e mais 16 e 17 que Castêlo da Maia e Sp. Espinho, respectivamente. V. Guimarães e Atl. Madalena (a surpresa deste ano) foram as restantes equipas que passaram à 2ª Fase na luta pelo acesso ao Playoff Final. 
A 2ª Fase chegou e as águias provaram novamente ser a melhor equipa nacional. Venceram em Espinho por 3-0 e, logo a seguir, na Luz, pelo mesmo resultado, derrotaram a Fonte do Bastardo. Estava praticamente assegurada a passagem ao playoff do título. Diante dos outros emblemas, a superioridade foi demonstrada de forma clarividente. Os açorianos também corresponderam às previsões e asseguraram o segundo posto, apenas com uma derrota averbada no Pavilhão da Luz. 
Chegou então o Playoff Final, à melhor de 3 partidas. O primeiro encontro, disputado em Lisboa, foi completamente dominado pelo SL Benfica. Um triunfo pela margem máxima não deixando o adversário chegar sequer aos 20 pontos em qualquer set. Sem margem para dúvidas, portanto.
Nos Açores, assistimos a uma partida comandada pela Fonte Bastardo. Um conjunto cujo orçamento está ao nível dos encarnados rubricou uma boa exibição e forçou a "negra" para esta Final. 
Aí chegados, em encontro realizado no Pavilhão da Luz, mandou o SL Benfica. Apesar de um set perdido, os pupilos às ordens do Prof. José Jardim mostraram no campo porque durante um ano foram a melhor equipa em Portugal. E alcançamos a História. 
Pela primeira vez no Historial do clube na modalidade, sagramo-nos bicampeões Nacionais. Um feito totalmente justo para um grupo fantástico, composto por grandes Homens e excelentes profissionais. Um prazer ser vosso amigo e apoiante. Muito Obrigado. 
Pelo meio, o momento negro da temporada tem lugar na Taça de Portugal. Eliminámos o V. Guimarães e o Sp. Espinho. Mas foi na Maia que, num dia mau, diante do futuro vencedor da competição, sucumbimos. Foi merecido. Encontrámo-nos na próxima Supertaça. 
É realmente uma pena que esta modalidade não seja mais acarinhada pelos Benfiquistas. É uma dor na alma ver o Pavilhão da Luz em jogos de Voleibol. São Bi-Campeões Nacionais! Jogo após jogo honram e de que maneira o Manto Sagrado. Um maior apoio a este grupo era uma obrigação da nossa parte (adeptos). 
Perdem a oportunidade de ver um líbero fantástico como João Coelho. O verdade equilíbrio daquele plantel. Um senhor. Perdem a chance de vibrar com aqueles serviços e remates do Ché. E que época, ele fez. Fabulosa! Perdem a possibilidade de presenciar ao vivo a classe e qualidade de jogadores como o capitão Hugo Gaspar ou os internacionais Roberto Reis e Flávio Cruz. Não viram as grandes exibições de Perini que distribui para nomes como Zelão, Kibinho ou Marcel Gil também brilharem. Miguel Tavares, tu serás o nosso futuro. Mas o melhor jogador deste ano chama-se Marc Honoré. Um muro no bloco, a eficácia no remate. Um craque! Parabéns também ao João Magalhães e João Oliveira por contribuirem para todo este sucesso. 
Ao Prof. José Jardim, uma vénia! Não só pelos títulos, mas sobretudo por tudo aquilo que deu ao Voleibol Benfica. Posso não estar de acordo com algumas das suas opções, porém a sua felicidade é a minha. Parabéns a todo o staff técnico! 

Agora só penso no Tri-Campeonato. Quero o Triplete em 2014/2015. Vocês são SL Benfica!


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terça-feira, 27 de maio de 2014

Porque o SL Benfica não é só Futebol...

Campeões e desilusões. Eis o resumo do último fim-de-semana desportivo das modalidades de pavilhão do SL Benfica. O Basquetebol conquistou o tricampeonato numa temporada de enorme sucesso para esta secção do clube. Já o Hóquei em Patins, diferentemente, deixou de ter hipóteses na luta pelo título nacional. Por último, no Futsal, as "águias" iniciaram da pior forma o caminho rumo à Final do Campeonato. 

Confira todo o rescaldo das partidas realizadas pelo Glorioso nos últimos dias. 

Na cidade-berço da Nação, o Benfica sagrou-se tricampeão. O Basquetebol encarnado somou o 25.º Campeonato da sua História. A Hegemonia nacional pertence-nos! 
O conjunto liderado por Carlos Lisboa não precisou mais do que três jogos para renovar o seu título. Em Guimarães, no terceiro encontro da Final, o SL Benfica bateu o Vitória local por 72-88, provando todo o favoritismo que assumia desde o início da época. 
Antes de me debruçar sobre o encontro em si, confesso que, quando entrei naquele pavilhão, senti inveja. Não tenho vergonha de o afirmar. Aquele pavilhão, aquele ambiente foram fantásticos (salvo, claro, as atitudes racistas e insultos ao meu clube). Uma excelente promoção da modalidade. Muitos Benfiquistas deviam ter corado de vergonha. 
Quanto ao jogo, e apesar do cesto inicial ter pertencido à formação vimaranense, a análise do primeiro período é indissociável de um nome: Mário Fernandes. Aqueles primeiros 10 minutos do base benfiquista deviam ser colocados em livro para ensinar aos mais jovens o que significa a posição de "base". Defendeu, de forma fantástica, o excelente base contrário, Pedro Pinto. No ataque aproveitou inteligentemente as situações de bloqueio directo, quer nas assistências para David Weaver, quer para ele próprio fazer os seus pontos. Perfeito, Mário! 
Assim, e à semelhança dos desafios disputados na Luz, o primeiro período foi totalmente dominado pelo Benfica, com os "encarnados" a dobrar a pontuação do adversário (28-14). 
No segundo quarto, os encarnados mantiveram uma grande eficácia ofensiva e chegaram aos 19 pontos de diferença (16-35). Contudo, os homens da casa, apoiados pelo seu enérgico público, conseguiram equilibrar a partida, apostando eficazmente no tiro exterior e numa defesa mais agressiva e mais dominadora nas tabelas. Nessa fase, Carlos Andrade e Fred Gentry também não entraram bem em campo, falhando vários lançamentos de média distância. 
No recolher aos balneários estava tudo em aberto, com as águias a vencerem por 40-46. 
No reatamento da partida, os encarnados entraram novamente melhor em campo, graças a um Diogo Carreira que voltou a ser personagem principal nos momentos mais periclitantes, e a um Betinho muito forte nas áreas próximas do cesto, com ressaltos e pontos importantes a fazerem a diferença. Apesar de alguns triplos do lado contrário, da autoria de Meier e Balseiro, o Benfica fechou o terceiro período com uma vantagem larga de 16 pontos (58-74). 
O título estava mais perto e os atletas encarnados sentiram isso. Por conseguinte, entraram a todo o gás no derradeiro quarto. Com um Jobey Thomas "do outro mundo" a somar triplos atrás de triplos, resolveu-se a contenda a nosso favor, chegando o placard a marcar 58-83. 
Por esta altura, também Seth Doliboa mostrou toda a classe, quer no lançamento exterior, quer na luta dos ressaltos. O jogo estava resolvido e até final assistiu-se a um V. Guimarães a correr atrás do prejuízo e um SL Benfica a prolongar ao máximo as suas acções ofensivas, jogando com o cronómetro e desejando que o jogo terminasse o mais rápido possível. 
O MVP desta partida e melhor jogador do Campeonato chama-se Jobey Thomas. O melhor jogador estrangeiro que vi com o 'Manto Sagrado' envergado. Lança como ninguém, defende como muito poucos e é um profissional fora de série. Obrigado! 
Betinho (19 pontos, 9 ressaltos), Seth Doliboa (14 pontos, 7 ressaltos) e David Weaver (11 pontos e 4 ressaltos) foram decisivos nesta partida e nesta Final em todos os capítulos, nomeadamente no domínio das tabelas. 
Tricampeonato, Taça de Portugal, Taça Hugo dos Santos e Supertaça. Uma temporada fabulosa. À Benfica!
Parabéns a todos os jogadores, staff técnico e dirigentes que contribuíram para este sucesso. 

Final dos Playoffs - 3º Jogo

V. Guimarães 72-88 SL BENFICA (0-3)


O Andebol benfiquista saiu derrotado do confronto frente ao FC Porto por 24-19, na 10.ª Jornada da Fase Final do Campeonato Nacional.
Ano novo, mais uma vez "cabeçudos" na festa do hexacampeonato do adversário. Até quando? Exige-se limpeza total na direcção desta secção. É no topo da hierarquia que estão os grandes problemas. 
A época 2013/2014 foi miserável. Ficaram na quarta posição. Inacreditável, vergonhoso! 

Resultados Finais da 10ª Jornada

FC Porto 24-19 SL BENFICA
Sporting 33-22 Sp. Horta
Águas Santas 26-30 ABC


Na Beira Baixa, a equipa de Futsal do SL Benfica perdeu diante do Fundão por 2-1 e está obrigada a vencer as duas partidas na Luz para chegar à Final do Campeonato Nacional. 
Assisti a uma primeira parte intensa e dividida entre dois conjuntos dispostos a marcar posição desde muito cedo. Ainda assim, foram os encarnados que sobressaíram - massacraram, mesmo - no capítulo das ocasiões de golo. E podiam ter inaugurado o marcador por diversas vezes, nomeadamente na sequência do remate (ao poste) de Serginho, aos 3 minutos, quando este tinha a baliza toda aberta à sua mercê. 
Contra a corrente do jogo, foi o Fundão o primeiro a marcar, aos 8 minutos, com Davide a aproveitar uma recarga a um primeiro remate de Noé Pardo defendido por Bebé. Na resposta imediata, e numa rápida transição ofensiva, Bruno Coelho bateu André Sousa após um remate fortíssimo. Estava igualada a partida. 
Até ao descanso predominou uma situação de equilíbrio entre as duas equipas, as quais procuraram desfazer a igualdade perante guarda-redes intransponíveis nesse período do encontro. Assim, o marcador manteve-se inalterado até ao intervalo.
Na segunda parte, os pupilos às ordens de João Pinto "tomaram de assalto" a baliza contrária. Foram oportunidades atrás de oportunidades desperdiçadas. Os postes e o guarda-redes André Sousa também se destacaram, contribuindo, em boa medida, para que o marcador se mantivesse numa igualdade muito injusta. 
E foi, mais uma vez, contra a tendência de domínio benfiquista no encontro que o Fundão chegou ao 2-1, com Liléu a aproveitar um passe errado de Bruno Coelho antes de bater Bebé com um remate rasteiro. O guarda-redes benfiquista não ficou bem na fotografia. Mal batido. Faltavam 8 minutos para o fim...
Na reacção a este golo do adversário, os encarnados acusaram a situação de desvantagem em que ficaram colocados e baixaram de produção. Não posso, contudo, olvidar o mérito de um adversário bem organizado no seu processo defensivo. A aposta no '5x4' do técnico benfiquista nos últimos três minutos revelou-se infrutífera. Muita passividade e pouca velocidade na circulação da bola no ataque à baliza do Fundão. 
Resultado injusto e castigador para a ineficácia benfiquista. É a segunda derrota perante este Fundão no espaço de três semanas. Não pode acontecer! 
Agora é dar uma grande resposta na Luz e vencer os dois jogos no próximo fim-de-semana. É a nossa obrigação.
Na outra meia-final, e num encontro muito equilibrado, o Sporting venceu em Braga nas grandes penalidade e deu um passo de gigante rumo à final da competição. 

Meias Finais dos Playoffs - 1º Jogo

AD Fundão 2-1 SL BENFICA (1-0)
Sp. Braga 6-8 Sporting (Após grandes penalidades) (0-1)


Desilusão para o Hóquei em Patins benfiquista. Apesar da vitória por 12-0 frente a um Valongo destituído dos seus melhores jogadores, os comandados de Pedro Nunes já estão fora da luta pelo título. O triunfo portista nos Açores, por 0-5, perante o Candelária afasta definitivamente as esperanças dos encarnados em prosseguir o sonho de recuperar o título nacional. 
Num Pavilhão Fidelidade dotado de uma boa moldura humana a apoiar o Glorioso (devia estar assim em todos os fins-de-semana...), o Benfica goleou um adversário preocupado em poupar esforços para a derradeira ronda do campeonato, na qual pode fazer história e sagrar-se campeão nacional. Por isso, podemos afirmar que foi um jogo sem história. Nota apenas para o excelente ano, do ponto de vista individual, do capitão Valter Neves. Ontem facturou mais três golos e uma grande exibição, digna de um jogador "à Benfica". 
Senti-me frustrado a assistir a este encontro. E porquê? Porque estou certo que tínhamos a melhor equipa e fomos o melhor colectivo ao longo do Campeonato. Mas nem sempre vencem os melhores... Importa também reconhecer que cometemos erros, principalmente do ponto de vista defensivo, e perdemos pontos em campos "fáceis" (Sporting e Turquel). 
Bem, resta apenas orientar as atenções para a Final Four da Taça de Portugal, onde temos que fechar a temporada da melhor forma possível. Força Rapazes!

Resultados Finais da 29ª Jornada

SL BENFICA 12-0 Valongo
Candelária 0-5 FC Porto
Oliveirense 9-7 HC Braga
HC Mealhada 2-4 OC Barcelos
Sporting 6-1 CH Carvalhos
AE Física 4-3 HC Turquel
Paço de Arcos 4-2 Juv. Viana
HA Cambra 5-4 Sp. Tomar 


Para consulta de tudo sobre a época 2013/2014 de cada modalidade, pode ver aqui: